O Amor, nada mais é
Que uma virgula
No tempo!
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Internet
O ser humano é muito carente! A necessidade (carência) de se aproximar das pessoas que estão distante, acabou distanciando as que estão próximas. Quanto tempo passamos conversando com pessoas de outros estados via “msn, orkut, e-mail” e deixamos de lado alguns vizinhos e amigos que estão há alguns passos da nossa casa!
Houve um tempo em que as pessoas saiam de suas casas as seis da tarde e colocava suas cadeiras nos portões para pode conversar com outros vizinhos! É claro que a conversa acabava quando começava a novela.
“Navegar ou Viajar” na internet é bom! Mas tudo na vida tem que ter um pouco de moderação! Não devemos trocar algumas horas com a família por algumas horas na internet ( as vezes eu preciso lembrar disso).
Outro dia eu assisti o filme Wall-e, e tem uma parte do filme que mostra todos algumas pessoas sentadas em cadeiras flutuantes conversando uma com as outras através dos computadores, fiquei um pouco apreensivo, pois do jeito que as coisas estão indo, não vai demorar muito para que pai e filho na mesma casa, se comuniquem através do computador!
Enfim... Navegue com moderação XD
Então você chega
Assim do nada
E acaba
Com tudo aquilo que planejei
Então você chega
Calada
E vem rastejando
Como se não quisesse nada
E eu, que sou besta
Fico parado
E antes que alguém veja
Antes que alguém grite:
- Cuidado!
Você me ataca!
Então,
Você me deixa
Ali deitado
Pedindo para deus
A melhor cura da Escócia
E um pouco de Blues
Então você some
Como se nada tivesse acontecido
E depois de alguns segundos
- Já? , - Eu me pergunto
E antes que eu me sinta melhor
Lá vem outro ataque
E ninguém me avisa
E ninguém me ensina como desviar
E ninguém sabe como!
O Bravo
Ganhei de mil dragões,
Conquistei mil princesas.
Usei minha espada na luta contra o mal.
Enfim... acordei.
Diário de um louco
Quatro horas da manhã,
Fico preso na minha própria insanidade
Não tenho medo da verdade
Mais tenho medo do amar
O COVARDE
O que é a covardia?
Se não, o velho medo do amar.
A eterna palhaçada do, não tentar
Uma noite romântica sem um primeiro beijo!
(Alice no País das maravilhas)
Tão meiga, tão fofa, tão humilde
Lá se vai uma infância
Na sua última passeata
Pobre menina, menina pobre.
Voltou para a terra da sua pátria
Pátria? A Pátria que lhe pariu?
Homens cantam o hino
Homens gritam por um país melhor
Homens querem a paz
Homens não se levantam do sofá
-Que País é esse? O Poeta pergunta
-Mostre a sua cara! O Poeta manda
O poeta vive
No coração dos homens
Pobre Alice
Escrevia poesias
Sem rimas, sem vocabulário
Sem amor.